Não sei quantas pessoas ainda estão seguindo ou lendo o blog aqui no Tumblr, mas enquanto isso o meu novo blog no Wordpress está bombando de conteúdo!
Então para quem ainda não visitou o link segue abaixo:
Espero que entrem e gostem!
Abraços a todos,
Thiago Paiva

Depois de quase 5 meses de blog utilizando o Tumblr, chega o momento na vida de um bloggeiro que ele tem que fazer uma escolha:
Continuar brincando de blog no Tumblr ou mudar para o Wordpress!
Eu resolvi parar de brincar de blog (sim, já tinham me avisado antes para começar o blog no Wordpress). Devo admitir que gostava do Tumblr pela sua simplicidade, porém o grande motivo que me fez decidir fazer a migração foi o fato do meu blog não parecer nas pesquisas do Google e muito menos do Bing.
Tentei de todas as maneiras fazer o meu blog ser indexado pelos sistemas de busca, mas aparentemente o Tumblr não gosta que seus blogs sejam encontrados por outras pessoas, o que dificulta muito o crescimento da base de leitores.
Então passei o feriado fazendo a migração para o Wordpress, para isso utilizei a ferramenta Tumblr2wp (fácil de usar e dá conta do recado, recomendo). Claro que a formatação do blog eu tive que mudar toda, visto que não achei nenhum template no Wordpress parecido com o que uso, mas eu gostei do que estou usando e acho que vocês vão gostar.
Sem mais, eu me despeço do Tumblr com pesar mas sabendo que o futuro com o Wordpress me reserva boas oportunidades.
Abraços a todos os leitores e nos vemos do outro lado da blogosfera!







Não se iluda, os fundadores de startups ainda vão ter que trabalhar no operacional e apagando incêndios por um bom tempo até terem uma boa equipe e bem treinada.
A vida de CEO, CTO, CFO e outros CXO de startups não é tão glamurosa quanto parece, às vezes eles vão ter que fazer tarefas bobas mas que precisam ser feitas devido ao tamanho reduzido da sua equipe.
Empreendedores precisam ser multi-task, pois precisam fazer de tudo na empresa e até, caso precise, pagar contas, comprar material para escritório, entre outras coisas.

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Um dos conceitos mais quentes de internet atualmente é o social-commerce (s-commerce). Devido ao fato das redes sociais fazerem cada vez mais parte das nossas vidas, o s-commerce se toronou uma evolução natural do e-commerce.
O s-commerce nada mais é do que um comércio eletrônico que usa as interações de mídias sociais dos clientes como forma de complementar o processo de compra e venda de produtos e serviços online.
Esse conceito pode ser tão simples como uma lista de desejo compartilhada ou avaliação de produtos pelos usuários, porém ele está atingindo outro nível de interação com o aumento das redes sociais.
No Brasil esse modelo está começando a surgir aos poucos, durante o Desafio Brasil 2011 eu vi a apresentação de duas startups que pretendiam utilizar esse conceito: A Trendis e a ShopDeck. Porém essas startups ainda estavam com muitas hipóteses e pouca ou nenhuma validação desse modelo no Brasil.
Outra startup que vem trabalhando com esse modelo e tem tido sucesso é a LikeStore. Ela foi criada pelo Gabriel Borges e foi lançada oficialmente em 9 de agosto desse ano.
Ao contrário da Trendis e da Shopdeck que queriam levar o conceito para as lojas virtuais, a LikeStore permite que pessoas e empresas criem lojas virtuais dentro do Facebook, o que faz com que o s-commerce seja ainda mais natural. O fato das lojas serem dentro do Facebook, permite uma maior integração entre os usuários e suas redes sociais com as lojas e seus produtos.
Apesar de ser uma plataforma dentro do Facebook, eles não pretendem se limitar uma rede social e querem expandir para outras como Google+ e Orkut.
O modelo de receitas dela é sobre as vendas feitas na loja, onde ela fica com 2% das receitas. Por não ter mensalidade ou taxa de adesão, eles conseguem ser um investimento com risco quase zero para os vendedores, o que tem atraído diversas lojas. Atualmente são mais de 1500 lojas operando na LikeStore.
Devido a algumas peculiaredades do Facebook, foi necessário o desenvolvimento de um sistema de pagamento específico para atuar nessa rede social. É aí que entrou a parceria estratégica com o Moip, sistema de pagamento digital que estava desenvolvendo uma solução para esse problema.
Além dos 2% que as empresas tem que pagar para a LikeStore, elas precisam pagar 5.9% para o Moip pela utilização do serviço de pagamento digital. Resumindo, a empresa tem um custo operacional total (LikeStore + Moip) de 7.9%. A LikeStore também faz a gestão do estoque das lojas, de forma que seja o mais fácil possível para a criação e manutenção de uma loja virtual.
Sua expectativa de transações é de 150 mil com um ticket médio de 120 reais no seu primeiro ano, o que daria 18 milhões de reais em vendas e uma receita de 360 mil reais no primeiro ano.
Abaixo, como sempre, segue o modelo canvas da LikeStore:
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Os riscos desse modelo são:
Com tudo isso, a LikeStore foi considerada uma das 10 empresas mais quentes do Brasil segundo a Forbes. Lista que eu discordo um pouco, mas não em relação a essa startup.
Para quem quiser ver as outras 9 startups escolhidas, segue o link:
http://www.forbes.com/sites/ricardogeromel/2011/10/20/top-10-startups-in-brazil/
Dados da empresa:
#FicaaDica: Enquanto alguns concorrentes queriam levar os benefícios do s-commerce para as lojas, a LikeStore inverteu a lógica e resolveu levar a loja até as redes sociais e com isso encurtaram o caminho das lojas até o ambiente social. Outro ponto interessante de sua estratégia foi de cobrar sobre as vendas da empresa, pois, apesar de ser um valor variável e mais arriscado, assim eles derrubaram a barreira de entrada de novos usuários ao sistema. Eles podem fazer isso pois seus custos por nova loja são muito baixos e garante que mais lojas entrem para a plataforma, benefício semelhante ao do modelo Freemium.



Muitas vezes ter dinheiro demais atrapalha o foco das startups. Para startups iniciantes é muito importante validar suas hipóteses de mercado e de solução, mas caso você tenha muito dinheiro, você já vai querer fazer a solução mais completa e colocá-la no mercado sem saber se existe um mercado efetivo para ela, se ele soluciona um problema real e se as pessoas estão dispostas a pagar por ela. Ou seja, você irá gastar muito dinheiro desenvolvendo algo sem saber se pagaram por isso.
No livro The 4 Steps to Epiphany, Steve Blank fala do emblemático caso da Webvan. Esse caso aconteceu durante o auge da bolha da internet em 2000, ela levantou muitos milhões de dólares para fazer um sistema de entregas de supermercado online. Com esse dinheiro eles desenvolveram todo o sistema, contrataram os melhores funcionários e construíram diversos centros de distribuição pelo país. O problema disso tudo é que eles não tinham validado o tamanho do mercado e construíram uma estrutura empresarial e logística enorme para atender um mercado pequeno. Os investimentos que eles receberam cegaram eles quanto ao tamanho desse mercado e os fizeram crescer acima do próprio mercado. Resultado, tiveram uma das piores falências durante a bolha.
Por outro lado, a falta de dinheiro pode até ser um excelente incentivo para se criar soluções criativas e de baixo custo. A 37signals, empresa de desenvolvimento de produtos SaaS para pequenas empresa, é um excelente exemplo disso. Eles sempre criaram seus produtos com o mínimo de recursos possível e, por isso, seus produtos são bem “clean”, tendo apenas o essencial para solução do problema que eles se propuseram a solucionar.
Dinheiro é importante para uma startup, principalmente, para manter os sócios dedicados full-time nela. Para as outras atividades, se você tiver um budge limitado fará você focar no essencial do seu produto e em ganhar dinheiro com ele.

